Dois motivos me levam a postar sobre este estereótipo: Uma aula de literatura muito interessante e intrigante sobre o assunto e ,também, muito provavelmente a boa campanha de um lutador daqui em um certo reality show.
Todos que leram este parágrafo já sabem de quem e de que tipo de pessoa estou falando, o gaúcho macho dos pampas. Tudo bem que o senhor Marcelo Dourado não é dos pampas, mas ele age como se fosse, pois possuí atitudes de quem foi educado ençilhando cavalo, guerreando e no mínimo não foi educado pelos pais.
Aí é que mora o problema, o Brasil inteiro vê um cara orgulhosamente gaúcho fazendo coisas no mínimo repugnantes e tira suas próprias conclusões. Não achem que estou desvalorizando o representante da minha terra, pois torço por ele. Até porque a Angélica é tudo que ele disse mesmo: "Levitrás, 71, KO, fofóca", e ele é o participante mais transparente do programa.(risos)
Nós, e quando eu digo "nós", estou citando a maioria de nós gaúchos que tem orgulho da sua sua história movida a sangue derramado por propósitos no mínimo justos, somos motivo de piadas no resto do Brasil. Somos bombardeados com críticas contra nossa índole e educação, que parte disso, de exibições públicas de seres mal educados que fazem a maioria do nosso país, ou seja, gente hipócrita e sem culpa de não conhecer, mas mesmo assim tirar conclusões precipitadas sobre as pessoas do estado mais sulista do país, assim nos impondo geralmente uma imagem errada, e quando digo "nós", cito a maioria do estado, mesmo as pessoas dos pampas gaúchos, mas que tem um pingo de educação, e o resto do Rio Grande do Sul, que é um povo batalhador, honesto, simples, mas que, acima de tudo tem orgulho de suas tradições.
Vitor Ramil disse em A Estética do Frio, em outras palavras que, nosso povo toma nas mãos o preconceito que sofre e se sente lisonjeado em não ser considerado um grande centro e em ser excluído da mídia nacional, mas que toma como desculpa o fato de só sermos parte deste país porque o chefões do resto do Brasil, na guerra dos Farrapos precisavam de nós, porque se não precisassem teriam nos deixado se tornar um país e não continuar sendo um simples estado.
Concluíndo, eu digo que pra ser gaúcho e macho, não é necessário arrotar na mesa, ser grosso e dizer que se o outro fosse homem "tu davas umas porradas e quebrava os dedos", basta continuar sendo honesto, íntegro, ter garra e trazer esse milhão pra cá né Dourado. Vai lá Gaudério!
(A Estética do Frio: http://minerva.ufpel.edu.br/~ramil/vitor/estfrio.htm)
Todos que leram este parágrafo já sabem de quem e de que tipo de pessoa estou falando, o gaúcho macho dos pampas. Tudo bem que o senhor Marcelo Dourado não é dos pampas, mas ele age como se fosse, pois possuí atitudes de quem foi educado ençilhando cavalo, guerreando e no mínimo não foi educado pelos pais.
Aí é que mora o problema, o Brasil inteiro vê um cara orgulhosamente gaúcho fazendo coisas no mínimo repugnantes e tira suas próprias conclusões. Não achem que estou desvalorizando o representante da minha terra, pois torço por ele. Até porque a Angélica é tudo que ele disse mesmo: "Levitrás, 71, KO, fofóca", e ele é o participante mais transparente do programa.(risos)
Nós, e quando eu digo "nós", estou citando a maioria de nós gaúchos que tem orgulho da sua sua história movida a sangue derramado por propósitos no mínimo justos, somos motivo de piadas no resto do Brasil. Somos bombardeados com críticas contra nossa índole e educação, que parte disso, de exibições públicas de seres mal educados que fazem a maioria do nosso país, ou seja, gente hipócrita e sem culpa de não conhecer, mas mesmo assim tirar conclusões precipitadas sobre as pessoas do estado mais sulista do país, assim nos impondo geralmente uma imagem errada, e quando digo "nós", cito a maioria do estado, mesmo as pessoas dos pampas gaúchos, mas que tem um pingo de educação, e o resto do Rio Grande do Sul, que é um povo batalhador, honesto, simples, mas que, acima de tudo tem orgulho de suas tradições.
Vitor Ramil disse em A Estética do Frio, em outras palavras que, nosso povo toma nas mãos o preconceito que sofre e se sente lisonjeado em não ser considerado um grande centro e em ser excluído da mídia nacional, mas que toma como desculpa o fato de só sermos parte deste país porque o chefões do resto do Brasil, na guerra dos Farrapos precisavam de nós, porque se não precisassem teriam nos deixado se tornar um país e não continuar sendo um simples estado.
Concluíndo, eu digo que pra ser gaúcho e macho, não é necessário arrotar na mesa, ser grosso e dizer que se o outro fosse homem "tu davas umas porradas e quebrava os dedos", basta continuar sendo honesto, íntegro, ter garra e trazer esse milhão pra cá né Dourado. Vai lá Gaudério!
(A Estética do Frio: http://minerva.ufpel.edu.br/~ramil/vitor/estfrio.htm)
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